Club de
Marília-Alto Cafezal

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Parceria entre o Rotary e a empresa Dori Alimentos resulta em doação ao Projeto Amor de Criança em Marília

Através de uma ação conjunta do Rotary Club de Marília Alto Cafezal e da empresa Dori Alimentos, de Marília, SP, o projeto social “Amor de Criança” recebeu nesta 3ª feira, oito de setembro, a doação de cerca de uma tonelada de alimentos e itens de higiene pessoal e limpeza. O Projeto Amor de Criança é uma instituição beneficente voltada para o atendimento médico, psicológico, funcional e social de crianças e adolescentes acometidos de paralisia cerebral. Nasceu da iniciativa do médico pediatra Francisco de Agostinho Júnior, que continua atuando como seu principal coordenador, e conta com apoio da Unimar – Universidade de Marília, em cujo campus é mantido o seu ambulatório de atendimento, a UNESP, Prefeitura Municipal de Marília e Ministério Público do Estado de São Paulo. Os pacientes recebidos pelo projeto contam com médicos, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, farmacêuticos, biomédicos, enfermeiros, fisioterapeutas e odontologistas para um atendimento amplo e gratuito que oferece suporte para uma vida digna àqueles que foram acometidos pelas consequências da paralisia cerebral. Além do atendimento ao paciente, o projeto também dá apoio social à família do mesmo que esteja em condição de carência, fornecendo cestas de alimentos e de material de higiene e limpeza, contando para isso com o apoio de empresas, clubes de serviços e da comunidade em geral. Assim, os bens doados são destinados para esse tipo de atendimento. Por isso ocorreu a iniciativa da parceria da empresa Dori Alimentos, uma das maiores do país no segmento de gomas, balas, amendoim e confeitos, e do Rotary Club de Marília Alto Cafezal, integrante do Distrito 4510 do Rotary International, para a arrecadação de bens e doação ao projeto visando a destinação para as famílias necessitadas. Ao agradecer a doação recebida, o médico Francisco de Agostinho Júnior enfatizou que o Projeto Amor de Criança só subsiste devido ao grande apoio da comunidade, como a que agora recebe, o que dá forças para que a instituição permaneça firme em sua missão social. O Rotary Club de Marília Alto Cafezal, por sua vez, foi representado por um grupo de associados e cônjuges e a empresa Dori Alimentos por seu Presidente, Sr. Pedro Lobo, os quais informaram que a ação que resultou na doação teve a colaboração tanto dos associados do clube de serviço como da empresa, através da sua consciência da responsabilidade e solidariedade social, que permanece ativa apesar da pandemia que afeta as atividades humanitárias como um todo.

Postado em 08 de Setembro de 2020 por Rotary Club de Marília-Alto Cafezal

Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas

Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.

Postado em 27 de Julho de 2020

Wakanda Rotária: Jovens negros mostram sua força e sua voz no Rotaract

Enquanto o movimento pela valorização das vidas negras ganhava as ruas no Brasil e no mundo nos últimos meses, um grupo de associados do Rotaract, clube de Rotary voltado ao público jovem, se formava para mostrar a representatividade da população negra dentro do mundo rotário. Filipe Bento, Natália Lopes e Daniel Cerverizzo são de clubes e cidades diferentes, mas se uniram por meio do Twitter para criar um espaço em que os jovens negros do Rotaract pudessem ter apoio mútuo e visibilidade. “Existem diversos grupos (dentro do Rotaract): para vôlei, para direito, xadrez, lgbtqi+. Ou seja, existem diversos grupos, mas por que não um grupo para pessoas negras?”, questionava Natália. Com o mesmo sentimento e necessidades semelhantes, ela, Filipe e Daniel criaram em maio deste ano o Wakanda Rotária. Para quem não sabe, Wakanda refere-se a um país fictício do universo de heróis da Marvel, localizado na África subsaariana. Nação do herói Pantera Negra, Wakanda é o país mais avançado do mundo, social e tecnologicamente. Assim, a referência ao país fictício é carregada de simbolismo para os criadores do grupo do Rotaract. “Tem um termo que a gente usa que chama ‘afrofuturismo’, que é a ideia de se pensar o futuro com um recorte racial. E sempre que a gente fala sobre futuro, a gente tem que pensar em um futuro onde as questões raciais são deixadas de lado, não por negligência, mas porque elas não são mais necessárias. E o filme trouxe essa perspectiva para a gente do ponto de vista estético, onde a gente pode assistir uma obra e ver um futuro onde as questões raciais são ultrapassadas, são superadas”, explica Filipe. Se você não é negro e acha que essa questão de representatividade não é relevante, é melhor olhar os números e pensar de novo. O Brasil é majoritariamente uma nação formada por negros e pardos (56,10% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), mas eles são minorias em grupos considerados de elite como o Rotary e o Rotaract. No Rotaract, por exemplo, de um total de 8.366 associados brasileiros, apenas 657 se declaram como negros, ou seja, menos de 8% de seus membros. E esse fato faz uma grande diferença para as pessoas negras que já integram os clubes. “No ano passado, no último encontro paulista de Rotaracts, eu lembro que em alguma parte do evento, estavam eu e a Natália e eu falei para ela olhar ao redor e ver quantas pessoas afrodescendentes havia ali. E dava para contar nos dedos”, relembra Daniel. “Em um evento que abrange São Paulo e Rio de Janeiro, dar para você contar nos dedos de uma mão o número de afrodescendentes mostra que tem alguma coisa errada. A partir daquele momento, eu vi que a gente tinha que mudar esse cenário”, explica. Em época de pandemia, e com seus mais de 120 participantes espalhados em diferentes estados brasileiros, o Wakanda Rotária tem realizado seus eventos pela internet. Já foram dois debates, um com o tema “Movimento negro no Brasil: A História” e o outro com o tema “A cronologia das leis brasileiras e seu papel no curso da população negra no Brasil”. Os temas dos debates foram escolhidos por pesquisa de interesse feita entre os próprios membros do grupo. As “lives” têm atraído uma audiência formada por negros e brancos interessados em conhecer uma parte da história do Brasil que fica um tanto escondida no ensino tradicional de nossas escolas. “Tem muita coisa que não se aprende na escola ou que a família não ensina. São coisas que a gente tem que ir e correr atrás daquele ensinamento. Então, a gente sentiu que tinha essa necessidade”, destaca Natália. Além de passar um outro lado da história brasileira, os debates promovidos pelo grupo também visam a ajudar a população negra a entender e a ter maior apoio em situações que, infelizmente, são recorrentes em seu cotidiano. “Como eu vou saber se é racismo, se eu não tenho conhecimento sobre racismo? Como vou saber se é injúria, se eu não tenho conhecimento sobre injúria?, pergunta Natália. “Então, estamos trazendo esse conhecimento desde o início por meio das ‘lives’”. O grupo tem servido como importante base de apoio para seus membros, que agora buscam ajuda uns nos outros quando se veem em alguma situação incômoda gerada pela discriminação. “Depois da criação do grupo, eu me sinto mais seguro em abrir questões com os participantes. Perguntar se as pessoas já passaram por uma situação (semelhante)”, diz Daniel. Para ele, o Wakanda Rotária também deu maior visibilidade aos negros dentro do Rotaract. “Em relação aos outros rotaractianos, eles estão nos enxergando mais. Não somos mais pontinhos pretos soltos, agora, é um amontoado, a gente se uniu”, afirma. Sobre o movimento popular para a valorização das vidas negras, que deu o impulso para a criação grupo, os três acreditam que foi um importante momento de visibilidade midiática para a causa, mas que há questões muito mais profundas a serem atacadas. “Acho que essas ondas têm importância significativa, sim. Elas fazem a gente refletir. Principalmente quem não conseguia enxergar esses problemas na sociedade. Mas, de onde surge tudo isso, a gente não está nem perto de chegar nessas discussões ainda”, avalia Filipe. “Aqui no Brasil, a gente ainda não superou a escravidão. Aqui, a maior parte da nossa população mais pobre é também negra, e não é por acaso. Então, o Brasil tem o desafio gigantesco de se enxergar como nação que foi construída em cima de povos que foram escravizados. Assim como a Alemanha tem vergonha hoje do que foi o nazismo, a gente tem que ter essa vergonha do que foi o movimento escravagista aqui no Brasil, que é uma coisa que a gente está longe ainda de conseguir”, aponta. “Então, acho que essas pautas são importantes, elas trazem uma discussão pontual que é muito relevante, a gente reconhece o valor da discussão, mas, para a gente, está longe ainda, a gente não cria nem uma esperança de que vai mudar muita coisa, porque a realidade é um pouco mais cruel”, diz. Daniel concorda com a colocação do colega. “O Filipe usou um exemplo que é muito bom, a Alemanha. Lá, existem museus, existem monumentos históricos que estão lá para eles sempre lembrarem do que aconteceu. E o Brasil é totalmente o oposto disso, o Brasil tenta esconder, a gente não fala, parece que é um tabu. Existe um silêncio quando a gente fala nisso (a escravidão e suas consequências)”. Dentro do Rotaract, eles acreditam que é possível fazer um trabalho para atrair novos associados negros e fazer com que os mesmos se sintam acolhidos dentro dos clubes. “Acho que o primeiro passo é quebrar aquela imagem de que a família rotária é só para ricos, porque não é. Temos que fazer eventos mais acessíveis, mostrar que a família rotária abraça todo mundo. Nosso trabalho está aí para quebrar essa imagem”, opina Daniel. “Eu acho que nós fazemos a nossa própria representatividade, permanecendo firmes e fortes nos nossos clubes para que as pessoas de fora vejam que existem pessoas negras dentro da família rotária, existem pessoas que têm voz. Eu acredito que esse é um dos primeiros passos, a nossa visibilidade, a nossa própria permanência para que as pessoas de fora vejam que não é só branco, só rico e assim por diante”, conclui Natália.   Daniel Cerverizzo é associado do Rotaract Club de São José do Rio Preto – Inspiração Filipe Bento é associado do Rotaract Club de Ouro Preto Natália Lopes é associada do Rotaract Club de Adamantina Quem quiser entrar em contato com o grupo pode seguir sua conta no Instagram @wakandarotaria. Usando a hashtag #wakandarotaria no Twitter, você encontra as postagens já feitas sobre os debates do grupo.

Postado em 15 de Julho de 2020

Encerramento do Ano Rotário 2019 / 2020 e Posse do Conselho Diretor 2020 / 2021

Em reunião realizada excepcionalmente no modo presencial, aconteceu na sede do Rotary Club de Marília Alto Cafezal no dia 8 de julho de 2020, a cerimônia de Encerramento do Ano Rotário 2019/20 e a Assembleia de Posse do novo Conselho Diretor que dirigirá o clube no exercício 2020/21. Com o termino do seu mandato, o Presidente José Henrique Ortega trasnsmitiu o cargo para o associado Pedro Lobo da Silva, que comandará o clube nos próximos doze meses, sob a égide do novo Lema Rotário: "O Rotary Abre Oportunidades!" Tendo presentes apenas os dois casais que trocavam a Presidência e alguns associados do Conselho Diretor, o evento foi transmitido simultaneamente pela internet, através de reunião virtual pela plataforma Zoom, com a participação de autoridades rotárias, rotarianos de outros clubes, associados e cônjuges que não puderam estarpresentes, marcando assim um novo modo de relacionamento no Rotary. Por ocasião de sua despedida, o Presidente José Henrique e sua esposa Maria Amélia prestaram algumas homenagens, dentre elas o reconhecimento aos Companheiros 100%, a entrega de um Título de Companheiro Paul Harris para o associado João Batista dos Santos, entrega de uma placa comemorativa a Jurandir Afonso Ferreira por ter completado 30 anos de filiação ao Rotary e entrega de uma lembrança à colaboradora Laiselena Cremasco, que presta serviços ao clube há muitos anos. Em seu discurso de encerramento o Presidente 2019/20 destacou as ações realizadas e que foram reproduzidas em um vídeo projetado no ambiente presencial e transmitido aos presentes virtuais. Lamentou, porém, o advento da pandemia de Covid-19 que surpreendeu o mundo no início deste ano de 2020 e trouxe uma nova ordem nos relacionamentos pessoais. Com isso houve a interrupção de alguns projetos e o cancelamento de outros mas, ainda assim, o clube conseguiu desenvolver atividades nesse período conturbado. Em seu discurso de posse o novo Presidente, Pedro Lobo, lembrou que o companheirismo sempre foi a grande força motivacional do Rotary, e que assim deverá continuar, apesar da nova realidade que se instalou no mundo. Lembrou de associados que infelizmente faleceram nos 32 anos de existência do clube, e que, para se manter firme e renovada, a instituição deverá implantar um maior desenvolvimento do quadro associativo, com foco principal da admissão de associados jovens. Tomaram posse em seus respectivos cargos o novo Conselho Diretor do clube, para o exercício 2020/21, que ficou assim constituído: Presidente.........................................: PEDRO LOBO DA SILVA Vice-Presidente.................................:  JOÃO CARLOS DUARTE FERREIRA Presidente Eleito 2021/22.................:  SILVIO DE OLIVEIRA SILVA Secretário..........................................:  WALTER ANTÔNIO DE FREITAS Tesoureiro.........................................:  SILVIO DE OLIVEIRA SILVA Diretor Ex-presidente.......................:  JOSÉ HENRIQUE GUIMARÃES ORTEGA Diretor de Protocolo.........................:   WILSON ALVES DAMASCENO (Já empossado) Comissão de Desenvolvimento do Quadro Associativo: WILSON GOVEIA DEMORI Comissão de Administração do Clube..............: WLAUDSON ROBERTO SPARAPANE Comissão de Imagem Pública...........................: JOÃO BATISTA DOS SANTOS Comissão de Projetos Humanitários.................: ANTÔNIO CARLOS DALL’ANTÔNIA Comissão da Fundação Rotária.........................: AUGUSTO FARIA DA CRUZ Comissão de Serviços à Juventude...................: RODRIGO DA SILVEIRA ANTONIASSI

Postado em 10 de Julho de 2020 por Rotary Club de Marília-Alto Cafezal

Mensagem do Presidente Holger Knaack

Julho de 2020Embora esta não seja uma época, digamos, otimista, nós temos que ser positivos. Muito antes da fundação do Rotary, o mundo já tinha lidado com crises gigantescas que testaram a habilidade humana de tolerância e busca do progresso. Desde que o Rotary surgiu, o mundo tem enfrentado muitas catástrofes. Em meio às adversidades, nós sempre nos levantamos e ajudamos as comunidades a se recuperar. Todo grande desafio nos traz a chance de renovação e crescimento. Na Assembleia Internacional em San Diego, quando a crise de covid-19 ainda estava no começo, eu revelei meu lema O Rotary Abre Oportunidades, que é uma mensagem em que acredito já há muitos anos. O Rotary não é apenas um clube ao qual você se associa, mas um convite a possibilidades infinitas. Nós abrimos oportunidades para nós e também para outros. Nossas ações, sejam elas grandes ou pequenas, abrem oportunidades para aqueles que precisam de nós, e nesse processo o Rotary abre oportunidades para vivermos uma vida mais plena e significativa, embasada nos nossos Valores e ao lado de amigos do mundo inteiro. Os governos e instituições estão cada vez mais receptivos a parcerias em iniciativas de saúde, algo essencial ao nosso trabalho. Nestes meses de confinamento, as pessoas estão querendo se conectar e ajudar suas comunidades e, com isso, elas abraçam os princípios e valores que temos promovido por mais de um século. Apesar dessa perspectiva positiva, não é porque hoje há mais oportunidades do que nunca para o Rotary prosperar que teremos sucesso em tudo. O mundo já vinha mudando rapidamente, mesmo antes da pandemia. Há tempos que as pessoas estão se distanciando de encontros presenciais, preferindo se reunir virtualmente. As amizades estavam sendo reavivadas e mantidas pelas redes sociais bem antes da maioria das nossas reuniões ter migrado para o Skype e o Zoom. As novas gerações têm uma grande vontade de servir, mas não sabem se podem assumir um papel significativo em organizações como a nossa, ou se causariam mais impacto criando diferentes tipos de conexões. Agora é o momento de colocarmos as cartas na mesa, testar novas abordagens e moldar o Rotary do futuro. A covid-19 nos forçou a adaptarmos às circunstâncias. Isto é benéfico, e o Plano de Ação nos pede justamente para melhorarmos nossa capacidade de adaptação. Entretanto, adaptação por si só não é suficiente. Precisamos mudar de forma drástica para vencermos os desafios da nova era e fazermos do Rotary a força do bem que este mundo tanto precisa. Este é o nosso combate, não apenas no ano em curso como também no futuro. Cabe a nós transformar o Rotary nestes novos tempos — abraçando ideias, energia e determinação dos jovens em busca de um canal para materializar seus ideais. Temos que nos tornar uma organização completamente enraizada na era digital, não apenas uma organização que recorre ao universo on-line para continuar fazendo o que sempre fez. O mundo precisa do Rotary agora mais do que nunca. Vamos então garantir que O Rotary Abra Oportunidades por muito tempo ainda.

Postado em 01 de Julho de 2020

Reuniões Quartas-Feiras | 20:30
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